A Comissão de Educação e Bem Estar Social (CEBES) se reuniu, às 16h, de ontem (23), no Plenarinho da Câmara. A pauta da reunião foi a discussão sobre o projeto de Lei Complementar nº 004/09 que dispõe sobre a taxa de coleta de lixo no município de Passo Fundo.
Estiveram presentes na reunião o vereador Patric Cavalcanti, presidente da CEBES, o vereador José Eurides de Moraes relator do projeto na CEBES, a procuradora legislativa da Câmara Municipal de Vereadores, Patricia Paz de Carvalho e o especialista em tributos, Zilio Pavan.
O vereador Patric Cavalcanti abriu a reunião falando sobre o projeto e se posicionando contrário a cobrança retroativa da taxa. Cavalcanti acompanha o parecer da procuradoria jurídica que alega a violação aos princípios de anterioridade de exercício financeiro e da anterioridade mínima de 90 dias. O vereador relatou que não é contrário a cobrança da taxa, mas para que a taxa seja cobrada é preciso que o serviço seja prestado de forma eficaz.
O relator do projeto na CEBES, vereador José Eurides de Moraes emitiu parecer favorável a tramitação do projeto na Câmara Municipal de Vereadores para que seja votado em Plenário.
A procuradora legislativa da Câmara, Patricia Paz de Carvalho, destacou que como o projeto institui a cobrança da taxa do lixo, esta cobrança não poderia ser retroativa e caso fosse aprovada deveria entrar em vigor a partir de 2010. No entanto, a procuradora avaliou que com a atual redação o presente projeto não poderia ser aprovado visto que os contribuintes podem alegar inconstitucionalidade do processo.
A procuradora legislativa da Câmara, Patricia Paz de Carvalho, destacou que como o projeto institui a cobrança da taxa do lixo, esta cobrança não poderia ser retroativa e caso fosse aprovada deveria entrar em vigor a partir de 2010. No entanto, a procuradora avaliou que com a atual redação o presente projeto não poderia ser aprovado visto que os contribuintes podem alegar inconstitucionalidade do processo.
O especialista em tributos, Zilio Pavan, concordou com o parecer da procuradoria da Câmara ressaltando que se aprovado da forma como está o projeto de lei pode não ser eficaz e não cumprir sua função.
Diante das exposições o presidente da Comissão de Educação e Bem Estar Social pediu que o projeto continue sendo analisado antes de ser encaminhado para votação no plenário.

